A brisa morna envolve a alma.
Nuvens se movem seguindo a rotação do céu.
Céu puro.
Céu ingênuo.
O poder do silêncio reaparece.
Traz consigo a calma e a dor.
Dor indiscutível.
Dor amarga.
Tudo se cala.
Tudo se congela.
Não se ouvem mais vozes.
Nem batimentos cardíacos.
O tapete vermelho se desenrola.
Recebe então, a solidão.
A solidão da floresta.
(Ayako Akamine)
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