18 de ago. de 2010

Solidão

O sol se põe.
A brisa morna envolve a alma.
Nuvens se movem seguindo a rotação do céu.
Céu puro.
Céu ingênuo.
O poder do silêncio reaparece.
Traz consigo a calma e a dor.
Dor indiscutível.
Dor amarga.
Tudo se cala.
Tudo se congela.
Não se ouvem mais vozes.
Nem batimentos cardíacos.
O tapete vermelho se desenrola.
Recebe então, a solidão.
A solidão da floresta.

(Ayako Akamine)

Nenhum comentário: